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Demian - Gostei.
O Lobo da Estepe - DEMAIS, DEMAIS, DEMAIS!
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Mário Quintana
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Um poema que ao lê-lo, nem sentirias que ele já estivesse escrito, mas que fosse brotando, no mesmo instante, de teu próprio coração.
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Um poema que ao lê-lo, nem sentirias que ele já estivesse escrito, mas que fosse brotando, no mesmo instante, de teu próprio coração.
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Ensinamentos (Lélia)
Há muitas coisas a ensinar para um filho. Valores nobres que estão se perdendo nestes novos tempos, por exemplo. Há de se trabalhar atenciosa e carinhosamente para que a pequena planta vá crescendo em direção ao céu, ereta, orgulhosa de seu desenvolvimento. Não se deve deixar de lhe fornecer tudo que for necessário para um saudável amadurecimento, pois, caso contrário, será como roubar do próprio filho suas oportunidades.
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Melhor é Impossível
Mário Quintana
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Poesia não é a gente tentar em vão trepar pelas paredes, como se vê em tanto louco aí: poesia é trepar mesmo pelas paredes.
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Poesia não é a gente tentar em vão trepar pelas paredes, como se vê em tanto louco aí: poesia é trepar mesmo pelas paredes.
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Sorte? (Lélia)
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A minha sorte na vida foi não ter tido sorte. Não ser linda, não ser rica, não ter príncipe encantado, não ganhar na loteria, não ser escandalosamente feliz.
O porquê?
Porque prefiro viver medianamente a ter que ficar driblando olho gordo.
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A minha sorte na vida foi não ter tido sorte. Não ser linda, não ser rica, não ter príncipe encantado, não ganhar na loteria, não ser escandalosamente feliz.
O porquê?
Porque prefiro viver medianamente a ter que ficar driblando olho gordo.
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Agonia e Insight
Entre os cínicos impropérios do destino
Sigo buscando, agoniada, meu norte.
É difícil, com a bússola viciada
Que me deu de presente a vida, sua consorte.
Tramo formas de encontrar meu rumo...
Desbravo matas densas, escalo infindáveis sendas,
Rogo aos deuses, em choro, aos brados,
Faço promessas, deito oferendas.
Qual o sentido d’eu estar aqui?
Eu pergunto, inquieta, a toda hora,
Estudo estrelas, aprendo as ciências,
Mas é ela, a dúvida, minha eterna senhora.
Então desisto, não hei-de compreender:
Este véu espesso não há pensar que corte.
E assim, quieta, eis que me ocorre:
Caberá a mim definir a minha sorte.
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Sigo buscando, agoniada, meu norte.
É difícil, com a bússola viciada
Que me deu de presente a vida, sua consorte.
Tramo formas de encontrar meu rumo...
Desbravo matas densas, escalo infindáveis sendas,
Rogo aos deuses, em choro, aos brados,
Faço promessas, deito oferendas.
Qual o sentido d’eu estar aqui?
Eu pergunto, inquieta, a toda hora,
Estudo estrelas, aprendo as ciências,
Mas é ela, a dúvida, minha eterna senhora.
Então desisto, não hei-de compreender:
Este véu espesso não há pensar que corte.
E assim, quieta, eis que me ocorre:
Caberá a mim definir a minha sorte.
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Sorte Sua...
Sorte minha ter nascido.
Sorte sua ter-me encontrado.
Sorte minha arranjar marido.
Sorte sua eu não ter namorado.
Sorte minha ganhar o vestido.
Sorte sua eu ter casado.
Sorte minha te dar ouvido?
Sorte sua eu ter concordado.
Sorte minha, seguros assinados?
Sorte sua eu ter morrido.
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Sorte sua ter-me encontrado.
Sorte minha arranjar marido.
Sorte sua eu não ter namorado.
Sorte minha ganhar o vestido.
Sorte sua eu ter casado.
Sorte minha te dar ouvido?
Sorte sua eu ter concordado.
Sorte minha, seguros assinados?
Sorte sua eu ter morrido.
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Reverso (Dália Negra)
Retiro do meu flanco pedaços
Para alimentar a flor da morte.
Postas vivas de uma agonia infinda
Porque, em meu cais, não há ilusão que aporte.
Dispo-me da vida, pouco a pouco,
Como um chamado desesperado à sorte.
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Para alimentar a flor da morte.
Postas vivas de uma agonia infinda
Porque, em meu cais, não há ilusão que aporte.
Dispo-me da vida, pouco a pouco,
Como um chamado desesperado à sorte.
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Cara a Cara (Lélia)
Você diz que eu sou mole, que não tenho coragem para enfrentar a vida. Mas quem é que resiste bravamente às adversidades e só falta cravar os dentes em quem afronta? Sou eu, não é você.
Se eu não tomo certas decisões com mais presteza, é porque paro para raciocinar e encontrar a melhor forma e o melhor momento para agir.
Seus joelhos cedem ao menor problema, acompanhando uma oração interminável que não leva a lugar nenhum sem sua ação. E a ação nunca vem. Por aí se vê que você é covarde. Tem língua afiada e julgamentos duros. Mas não passa disso.
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Se eu não tomo certas decisões com mais presteza, é porque paro para raciocinar e encontrar a melhor forma e o melhor momento para agir.
Seus joelhos cedem ao menor problema, acompanhando uma oração interminável que não leva a lugar nenhum sem sua ação. E a ação nunca vem. Por aí se vê que você é covarde. Tem língua afiada e julgamentos duros. Mas não passa disso.
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Os Infiltrados
Bonzinho... Não gostei da direção: Scorsese tentou inovar em certas tomadas, mas não deu certo mesmo!
Minha sinopse: Infiltrado na polícia e infiltrado no tráfico competem para ver quem morre primeiro.
Sinopse e trailer: Cineclick
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Minha sinopse: Infiltrado na polícia e infiltrado no tráfico competem para ver quem morre primeiro.
Sinopse e trailer: Cineclick
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Edwiges Zaccur
A leitura é território de um sujeito ativo e interativo: um sujeito que agindo, interage e interagindo, vem a conhecer porque é capaz de ler e atribuir sentido. O lugar do leitor vem a ser dinâmico entre lugar tencionado pelo sentido já dado e o sentido a ser produzido.
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Com Sorte (Aaron Caronte Badiz)
Poderia dizer que foi sorte ter-te encontrado
Nesta vida de duras penas da gente.
Poderia dizer que foi sorte ter esbarrado
Com você neste meu caminhar tão descontente.
Poderia dizer que foi sorte, mas estaria errado:
Porque, na realidade, foi dádiva infinita, milagroso presente.
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Nesta vida de duras penas da gente.
Poderia dizer que foi sorte ter esbarrado
Com você neste meu caminhar tão descontente.
Poderia dizer que foi sorte, mas estaria errado:
Porque, na realidade, foi dádiva infinita, milagroso presente.
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Meus Eternos Amores
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.Antes mesmo de me entender por gente eu já era apaixonada por livros.
Lembro que, aos 3 anos, folheava qualquer livro que me viesse às mãos e olhava tudo com extrema atenção, criando sentido e histórias para todas as gravuras.
Meu primeiro amor fixo foi o livro da casa que escolhi para andar comigo sempre, por ser o menorzinho: “Os Lusíadas”. E nele aprendi os números romanos.
Depois que aprendi a decifrar as letras, meu objetivo maior na vida passou a ser ler todos os livros do mundo, adquirir todos os conhecimentos que já tivessem sido impressos. Eu sonhava que vivia dentro de uma enorme biblioteca, forrada de imensas estantes e lia todos aqueles incontáveis livros, um a um, dedicada e amorosamente, a vida inteira.
Claro que, com o tempo, este meu objetivo mudou, por força de circunstâncias externas. Mas li todas as bibliotecas dos colégios em que estudei, até a faculdade.
Devo dizer que os livros de que mais gostei até hoje foram:
- “Cem Anos de Solidão” (imbatível!);
- “O Mar da Fertilidade”, quatro volumes de Yukio Mishima (espetacular!);
- “Moby Dick” (sensacional como o autor descreve a relação entre o capitão e a baleia!).
Em relação a manias de leitura, as únicas coisas que faço são ler prefácio, orelhas, citações, apresentação e tudo mais que houver antes de iniciar o corpo do livro, e ver por quantas páginas me deliciarei, pois quanto mais páginas, mais feliz eu fico. Tanto que, neste momento, ando felicíssima, pois estou lendo “O Senhor dos Anéis”, que possui mais de 1.000 páginas (ô alegria sem fim!).
Eles sempre estiveram, estão e estarão comigo, meus eternos e fiéis amores.
Este post faz parte da blogagem coletiva de outubro do blog Vou de Coletivo!: Hábitos de Leitura.
Fargo
Gostei tanto que comprei! A mulher é demais! Ri muito com o filme! Não dá nem pra acreditar que se baseia em uma história verídica!
Sinopse: Cineclick
Trailer: Hollywood Portugal
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Sinopse: Cineclick
Trailer: Hollywood Portugal
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Evolução (Lélia)
Deitada no meu sofá penso no passado e vejo que deveríamos usar o que aprendemos lá atrás como trampolim para evoluirmos como indivíduos, para lapidarmos nosso caráter, para vivermos melhor.
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Paulo Freire
Pensar que a esperança sozinha transforma o mundo e atuar movido por tal ingenuidade é um modo excelente de tombar na desesperança, no pessimismo, no fatalismo. Mas, prescindir da esperança na luta para melhorar o mundo, como se a luta se pudesse reduzir a atos calculados apenas, à pura cientificidade, é frívola ilusão. [...] É por isso que não há esperança na pura espera, nem tampouco se alcança o que se espera na espera pura, que vira, assim, espera vã.
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Machado de Assis e Paulo Coelho
Não gosto do Machado e quero esclarecer que eu não fui traumatizada pela escola, já que o conheci antes de os professores mo apresentarem (ai, baixou o Machadão! rsrs).
Ele é chato! Muito chato! CHATO, CHATO, CHATÉRRIMO! Não dá pra gostar de ler, não flui... O Machado é marrom, pesado de descrições, chatão mesmo. Você interrompe a leitura sem pena, volta a ele pra terminar logo aquela chatice de salas não sei como, móveis não sei de quê, janelas não sei pra onde, enfeites não sei de quem.
Admiro o português, claro! Mas não compensa...
Há coisas interessantes em “O Alienista”, por exemplo, mas são poucas...
Machado com prazer? Ainda tou pra ver... Mas eu é que não vou ler... rsrs
Quanto ao outrozinho aí... ARGH! Mil vezes!
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Ele é chato! Muito chato! CHATO, CHATO, CHATÉRRIMO! Não dá pra gostar de ler, não flui... O Machado é marrom, pesado de descrições, chatão mesmo. Você interrompe a leitura sem pena, volta a ele pra terminar logo aquela chatice de salas não sei como, móveis não sei de quê, janelas não sei pra onde, enfeites não sei de quem.
Admiro o português, claro! Mas não compensa...
Há coisas interessantes em “O Alienista”, por exemplo, mas são poucas...
Machado com prazer? Ainda tou pra ver... Mas eu é que não vou ler... rsrs
Quanto ao outrozinho aí... ARGH! Mil vezes!
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